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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Uma reforma necessária

A classe política em Brasília discute os ingredientes de uma provável reforma política. Temas como o fim das coligações, a diminuição da quantidade de partidos, o financiamento das campanhas, o alinhamento das eleições em uma data única, o voto distrital puro ou misto, o fim da reeleição, o voto facultativo, fórmulas para mandatos tampão, entre outros, são tratados diariamente em conversas oficiais e informais nos corredores do poder.

Entre tudo o que se ouve e o que se lê, é possível extrair verdades universais. O vice-presidente Michel Temer, em discurso na Câmara dos Deputados, disse uma delas: “Seria uma grande decepção popular e política se nós todos, unidos, não conseguíssemos realizar essa reformulação política no nosso País”.

Acostumados com o descaso e a acomodação verificados nas últimas décadas no Brasil, os eleitores já não têm muita esperança de que a reforma possa ser concretizada neste ano. Pelo menos não na forma e conteúdo necessários para equilibrar a representatividade política e para moralizar minimamente o processo eleitoral. Mas será mesmo uma decepção se nada mudar.

Trazendo o assunto para mais perto, o que seria o ideal para nossa cidade? Para a nossa região e nosso bairro? Fazer eleições para todos os cargos numa só data seria um bom começo. Acabar com as coligações e consequentemente com os partidos de aluguel também é salutar. Adotar o sistema de voto distrital também nos parece interessante.


Na modalidade de voto distrital puro, a cidade seria dividida em 19 distritos eleitorais. Cada distrito poderia ter um candidato a vereador de cada partido, com direito a um suplente. Cada distrito elege um candidato, o mais votado.  Há os que defendem tal ideia. Outros a rejeitam. Os motivos cada um têm os seus. De toda forma, a representatividade por regiões estaria garantida.

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