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terça-feira, 28 de abril de 2015

Comunidade do Cristo Rei promove mais uma Festa do Arroz


Cepat divulga novas vagas de emprego em Joinville

O Centro Público de Atendimento aos Trabalhadores (Cepat) divulgou nesta segunda-feira (27) oportunidades de emprego em diferentes áreas. São 58 novas vagas e outras 57 já anunciadas e ainda não preenchidas.

As novas vagas são para os cargos de ajudante de carga e descarga de mercadoria, armador de estrutura de concreto armado, atendente de lanchonete, auxiliar de cozinha, auxiliar de limpeza, auxiliar de manutenção de edificações, carpinteiro, faxineiro, fiscal de loja, jardineiro, operador de telemarketing ativo e receptivo, pedreiro, roçador, servente (construção civil), soldador de inox e zelador.

Todas as oportunidades são para os sexos masculino e feminino. Os interessados devem ir até o Cepat, que fica na rua Abdon Batista, 342, perto do Mercado Público Municipal. O candidato deve apresentar Carteira de Trabalho, CPF, RG e CEP de seu endereço. O horário de atendimento é das 8 às 14 horas.

Mais informações e lista de vagas AQUI.

Inauguração do Hipermais no Vila Nova será nesta quarta-feira (29)

Construído numa área total de 15 mil metros quadrados e com 7.726 metros quadrados de área construída, na rua XV de Novembro, em frente ao colégio Maestro, o Hiper Mais Vila Nova está gerando de saída 132 empregos diretos, com pessoas contratadas da própria comunidade, compreendendo desta forma o maior investimento já feito na região. Para abrir a loja ao público nesta quarta-feira, dia 29, a partir das 8 horas, a empresa investiu R$ 20 milhões, sendo R$ 15 milhões na estrutura física e R$ 5 milhões nos equipamentos.

De acordo com o diretor presidente do grupo Atacado Joinville e fundador das empresas do grupo, Ewaldo Rieper Júnior, o consumidor que adentrar à nova unidade do Hiper Vila Nova encontrará 12 mil itens diferentes nas gôndolas, dentro da linha de alimentos, bebidas, utensílios domésticos, bazar, higiene, beleza e limpeza. “Esta é a nossa segunda unidade do Hiper. A primeira foi aberta há quase três anos no bairro Itinga e depois desta já daremos continuidade ao plano de expansão projetando a abertura de mais uma unidade do Hiper Mais em 2016”, explicou Ewaldo. 

A loja do Itinga hoje fatura R$ 61 milhões ao ano e para esta nova unidade do Vila Nova a projeção é de faturar R$ 80 milhões ao ano. “O consumidor irá encontrar duas etiquetas nos produtos, uma para o varejo e outra para o atacado. A diferença de preço será em média de 8%. Para atrair os clientes vamos continuar trabalhando com bons preços e atendimento de qualidade”, acrescentou. 

O horário de funcionamento do Hiper Mais Vila Nova será o mesmo da unidade do Itinga, ou seja, de segunda a sábado das 8 às 22 horas e aos domingos e feriados das 8 às 20 horas. Para facilitar a vida dos clientes, o Hiper Mais também aceitará uma grande gama de cartões de crédito e débito, dinheiro e boleto mediante prévio cadastro. 

ESTRUTURA DO GRUPO ATACADO JOINVILLE

Com um faturamento anual de R$ 500 milhões, o grupo Atacado Joinville, que neste ano comemora 37 anos de fundação, é formado pelas empresas Atacado Joinville, Disjoi SC, Disjoi RS e o Hiper Mais. No Atacado Joinville, a empresa atua com seis mil itens cadastrados nos ramos de limpeza, higiene, alimentos e bebidas, reunindo 144 fornecedores e atuando nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. “Contamos com uma frota própria de 55 caminhões e uma frota terceirizada de 82 caminhões, com uma área total de 15 mil metros quadrados de armazenagem dos produtos. Nesta empresa geramos 242 empregos diretos, atendemos mais de 11 mil clientes e faturamos anualmente R$ 260 milhões”, destacou Ewaldo Rieper Júnior. 

Já a Disjoi SC atua no ramo de distribuição de produtos de limpeza e higiene, num trabalho mais especializado em todo o Estado, com 72 representantes e 20 promotores de vendas, com uma frota terceirizada de 45 caminhões e 12 veículos de promoção, com 110 funcionários diretos, uma área de armazenagem de 4,2 mil metros quadrados, 1600 itens e um faturamento anual de R$ 70 milhões. Atende a grandes, médios e pequenos varejistas, com uma carteira de 3.400 clientes. 

Outra empresa do mesmo segmento, a Disjoi Rio Grande do Sul reúne 55 fornecedores com 2.800 itens, somando 212 empregos diretos , 175 representantes e 54 promotores de vendas, com uma frota própria de 36 caminhões e 22 veiculos de promoção. Para este negócio a empresa tem uma frota terceirizada de 71 caminhões, com um faturamento anual de R$ 180 milhões, com uma área de armazenagem dos produtos de 10.500 metros quadrados. 

A loja do Hiper Mais do Itinga tem 3.800 metros quadrados de área interna e 3 mil metros quadrados de área para estacionamento, ofertando 12 mil itens e gerando 115 empregos diretos. A unidade do Vila Nova já nasce num espaço maior e com excelente localização, que irá atender não somente o público do bairro, mas de todos os moradores da região que adentram Joinville pela Rodovia do Arroz. 

Conforme Ewaldo Rieper Júnior, a escolha do bairro Vila Nova se deu pelo expressivo crescimento do bairro, e pela sua população de aproximadamente 30.000 habitantes. “Não existia nada parecido no bairro, ou seja, a falta de uma estrutura confortável, ampla e prática para os moradores do bairro nos incentivou a investir neste projeto. Vamos surpreender com uma loja moderna, clean e muito bem estruturada onde todos serão bem atendidos”, finalizou. 



segunda-feira, 27 de abril de 2015

Produtores rurais participam de curso sobre empreendedorismo

Um grupo de 27 produtores rurais de Joinville participa nesta segunda-feira em Pirabeiraba do 4º módulo para capacitação em empreendedorismo. A ação é realizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Joinville, com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Fundação 25 de Julho. O evento iniciou às 8 horas e se estende até as 17 horas.

Segundo a secretária do Sindicato dos Produtores Rurais, Susana Vargas, os temas serão abordados durante 17 módulos. “As aulas ocorrem somente às segundas-feiras para não comprometer as atividades nas propriedades rurais em mais dias da semana”, disse Susana. Os alunos vêm de Pirabeiraba, Vila Nova e alguns do município de Garuva.

A instrutora do Senar, Fabíola Weinhardt Jazar, explica que a proposta do curso é de projetar a viabilidade econômica da propriedade, a partir de um diagnóstico da situação atual, e a partir dos resultados incentivar a criação de novas propostas de geração de renda. “Aqui é o lugar de colocar no papel os sonhos e verificar sua viabilidade de execução”, comenta. 

Fabíola acrescenta que dos projetos podem sair grandes oportunidades de melhoria na renda do produtor. “As propostas podem envolver a ampliação do agronegócio, a substituição ou ainda a execução de novas propostas”, complementa. 

Mais informações e contato podem ser obtidos com a professora Fabíola Weinhardt Jazar, pelo fone (41) 8864-4064.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cavin promove 3º Congresso das Associações no sábado

O Conselho das Associações do Vila Nova promove no próximo sábado, dia 25, a terceira edição do Congresso das Associações. O evento será realizado no Sesc Vila Nova, rua Alvin Pasold, ao lado da Subprefeitura Oeste. Os trabalhos iniciam às 13h30 com credenciamento dos participantes e se estendem até até as 17 horas.

Na programação, duas palestras, apresentação dos novos delegados do Cavin e entrega de certificados. A primeira palestra vai abordar o tema associativismo e estará a cargo do advogado Erasmo Steiner, atual secretário do Cavin e da Associação de Moradores do Vila Nova. O segundo tema será sobre economia doméstica e terá como palestrante Alexandre Poffo, da Acrediccop. 

O 3º Congresso das Associações é aberto ao público em geral e as incrições são gratuitas e podem ser feitas no dia do evento. Ao final do encontro, os presentes recebem certificado de participação.

Criado em 2013 durante o primeiro Congresso das Associações, o Conselho das Associações do Vila Nova (Cavin) congrega 48 entidades da região do Vila Nova. São Associações de Moradores, diretorias de igreja, Associações de Pais e Professores de Escolas, Conselhos de Segurança, de Saúde, Grupos de Escoteiros, entre outros. O presidente atual do Cavin é o jornalista Adilson Girardi. 


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Festa da Banana oferece gastronomia variada neste domingo

Comidas típicas são preparadas para a festa
A comunidade da Estrada Blumenau, na zona rural do bairro Vila Nova, zona Oeste de Joinville, finaliza os preparativos para mais uma edição da Festa da Banana, neste domingo (19). Evento já consolidado no calendário municipal, oferece gastronomia variada, além de atrações na área do artesanato, danças folclóricas e muita diversão. O almoço custa R$ 20 por pessoa.

Marilde Tomasini, organizadora do Grupo de Desenvolvimento da Mulher Rural da Estrada Blumenau, espera pelo menos um público semelhante às outras edições da festa. “Estamos preparando uma variedade de pratos típicos à base de banana, mas também haverá opções para quem não gosta de banana”, adianta.

No cardápio, lasanhas de banana, banana frita, banana empanada, frango, churrasco, maionese e saladas diversas. Para o café da tarde as opções são os pães à base de biomassa (feita com bananas verdes), bolos, cucas de banana, de queijo, de farofa e mistas.

O evento técnico, que nas edições anteriores foi realizado na semana da festa, neste ano ficou para depois. A decisão foi em função da necessidade de organizar o evento na véspera da safra da banana, que ocorre entre setembro e março.

A festa começa às 10 horas, com culto ecumênico, e prossegue com almoço, a partir das 11h30. À tarde estão previstas apresentações culturais, além de exposição e venda de produtos artesanais. O local da festa é o galpão de festas da Igreja Nossa Senhora Medianeira, na Estrada Blumenau.

Economia

A banana ocupa a terceira posição entre os produtos da agricultura de Joinville. Em Pirabeiraba, lugar que concentra pelo menos 70% da produção, o agricultor André Voigt destaca-se como um dos maiores produtores, juntamente com o pai e um irmão. André também preside a Associação dos Bananicultores de Joinville (Asbanville).

Na propriedade da família são produzidos em torno de 30 mil caixas de 22 kg por ano. A especialidade na propriedade dos Voigt é a banana caturra, que na roça sai pelo preço médio de R$ 11 a caixa. Para o sustento, a família também cultiva aipim. “A concorrência está meio a meio”, comenta Voigt.


A produção deste ano é promissora. Com um clima favorável, os agricultores estão otimistas. “Será um ano em que a colheita será bem maior, mas esperamos também que os preços possam se estabilizar", disse André Voigt.

Foto: Rogério da Silva/Secom

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Segurança no Vila Nova

O assalto a lojas no  Vila Nova ocorrido recentemente  mostra que é necessária uma mobilização popular por mais segurança em nosso bairro. Alguma coisa precisa ser feita e isso é urgente.

É notória a incapacidade do sistema penal em processar todos os conflitos que envolvem a segurança, além de ser questionável sua eficácia como forma de inibir novos crimes. No senso comum, sabe-se que a polícia prende hoje mas a Justiça solta no outro dia. É a legislação penal que temos.

Por isso, é necessário que se pense a segurança pública além dos modelos de gestão das agências policiais e penais. É preciso o envolvimento de outras esferas comunitárias em ações capazes de diminuir o potencial de criminalidade. Isso compreende pessoas, família, sociedade.

Sabe-se que fatores culturais e ambientais contribuem para piorar a situação da violência. Por isso, penso que as intervenções devem levar em consideração ações que contemplem políticas de planejamento urbano, educação, cultura, lazer, geração de emprego e renda. Cada um pode dar uma parcela de contribuição.

Depois da casa, a escola deveria ser o lugar principal para a disseminação de ações educativas no âmbito do civismo, da moral e bons costumes, para a formação de pessoas com consciência daquilo que se prega como “amar o próximo como a si mesmo”.  Mas os modelos devem vir de casa.

Talvez seja hora de pensar com o que estamos alimentando socialmente e culturalmente nossos filhos. Há esse comprometimento? Ou a educação está entregue à televisão, à novela e à internet. Coisas para pensar.

O fortalecimento de ações comunitárias, através dos Conselhos de Segurança, Associações de Moradores, deve ser considerado, principalmente no auxílio ao combate ao alcoolismo, ao consumo de drogas, fatos indiscutivelmente motivadores da criminalidade entre adolescentes e jovens de nossa sociedade.

Como gestor de uma destas entidades comunitárias do Vila Nova, o CAVIN, me proponho a prosseguir este debate, agora com mais intensidade. Aqueles que quiserem e puderem se aliar a este movimento em busca de soluções práticas e eficientes, o espaço está aberto.

Adilson Girardi

Jornalista (9158-4664)

Produtores de banana de Joinville estão otimistas com safra deste ano

O clima é de otimismo entre os produtores de banana de Joinville. Depois de um período de dificuldades em função da falta de chuvas e dos preços baixos, a safra 2015/2016 do produto deve superar as marcas dos últimos anos. 

Uma das culturas mais tradicionais da cidade também organiza sua festa, que ocorre no próximo domingo, dia 19 de abril, na Estrada Blumenau, localidade de Aparecida.

A produção de bananas na região rural da cidade conta com o apoio da Fundação Municipal 25 de Julho, que presta assistência diretamente à Associação dos Bananicultores de Joinville (Asbanville). 

A associação congrega hoje em média 75 bananicultores e comerciantes da fruta em uma área total aproximada de 580 hectares, sendo destes aproximadamente 55 hectares de banana do grupo Prata, e os demais do grupo Cavendish. A média cultivada em Joinville é de 20 mil toneladas por ano.

Segundo o presidente da Associação dos Bananicultores de Joinville (Asbanville), Carlos Alberto Voigt, a safra deste ano, que começa em setembro e se estende até janeiro de 2017, deve ser melhor que a dos últimos anos. 

“Tivemos uma temporada com clima propício para a agricultura, com chuvas que ajudaram no desenvolvimento da planta”, comenta. Em 2014, os produtores sofreram perdas com o calor excessivo registrado nos meses de verão.

O controle das pragas é outro facilitador para quem vive da agricultura. O engenheiro agrônomo Bryan Romero, responsável técnico do programa SC Rural, diz que a Cigatoka, amarela e negra está bem controlada na produção de Joinville. “A cultura da banana está em plena ascensão e já registra bons preços nesta temporada”, avalia.

Na Central de Abastecimento de Joinville (Ceasa) o preço praticado para uma caixa com 20 kg é de R$ 30,00 para a banana prata e de R$ 14,00 para a caturra. “Na roça o produtor está recebendo em média R$ 20,00 para a prata e R$ 7,00 para a caturra”, comenta Romero.

Santa Catarina ocupa hoje o terceiro lugar na produção nacional de bananas, envolvendo 25.778 pequenos e médios produtores que cultivam mais de 30 mil hectares. 

O Litoral Norte do Estado é responsável por 90% da produção estadual de bananas. Destacam se na região como principais produtores os municípios de Corupá, Luis Alves, Jaraguá do Sul, Schroeder, Massaranduba, São João do Itaperiú, Guaramirim, Joinville, Garuva, Ilhota, Piçarras e Barra Velha.

5ª edição da festa

No domingo, a comunidade da Estrada Blumenau organiza a 5ª edição da Festa da Banana. A responsabilidade pelo evento é do Grupo de Desenvolvimento da Mulher Rural, com apoio da Fundação 25 de Julho.

A programação inicia às 10 horas com culto ecumênico na igreja Aparecida. O almoço com pratos típicos da culinária colonial e alguns deles à base de banana será servido a partir das 11h30. 

Durante a festa haverá apresentações culturais e feira com venda de produtos coloniais e artesanais.

O almoço será vendido a R$ 20,00.

Notícias da Vila de abril











segunda-feira, 6 de abril de 2015

Abril tem Festa da Banana no Vila Nova


Justiça responsabiliza administrador de Parque Aquático por acidente em 2011

A justiça responsabilizou o administrador do Parque Aquático Cascata Piraí pelo acidente ocorrido em 2011 que envolveu cinco integrantes de uma família. Pedro Gabriel Adriano foi condenado por lesão corporal culposa, quando não há intenção. A família, que se divertia no parque aquático, ficou ferida quando uma lâmina de fibra se levantou num dos toboáguas do local.

O administrador foi condenado a cinco meses e dez dias de detenção e a pena foi revertida em prestação de serviço comunitário pelo mesmo período. A justiça considerou que houve negligência por parte do parque, pois deveria haver monitores no equipamento para proibir a descida de mais de uma pessoa de cada vez no toboágua (fato que teria motivado o acidente).

A condenação não garante indenização para a família prejudicada. Para isso, outra ação específica tramita na justiça. A defesa do administrador não concordou com a decisão e vai recorrer.