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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Assinado decreto que reduz prazos para aprovação de projetos



O prefeito Udo Döhler assinou na noite desta terça-feira (28/1), na sede do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon) o decreto que cria o Projeto Legal, um conjunto de medidas administrativas que propõe simplificar os processos de aprovação de projetos de construção civil. Os novos procedimentos adotados pela Prefeitura incluem os projetos de construção, reforma, ampliação, demolição e vistoria final de edificações e passam a valer a partir da publicação do decreto, prevista para a próxima semana. 

O Projeto Legal é um conjunto de peças gráficas demonstrativas das dimensões externas da edificação, que deve ser apresentado na Prefeitura para a obtenção do alvará de construção. “O projeto dispensa a análise dos parâmetros internos da construção, que ficam sob a responsabilidade do engenheiro ou arquiteto responsável pela obra”, disse a engenheira Luana Siewert Pretto, gerente da Unidade de Aprovação de Projetos da Secretaria de Infraestrutura Urbana (Seinfra).

Elaborado pela Prefeitura com a colaboração do Sinduscon, o projeto tem como objetivos a busca da transparência, a simplificação e a padronização dos processos que envolvem a emissão do alvará de construção. O tempo médio para um projeto de construção ser aprovado hoje é de 171 dias. “Com as novas medidas esse tempo será bastante reduzido”, afirma Luana. 

Outro resultado esperado pela Prefeitura é a redução do número médio de revisões e consequente diminuição do retrabalho. A engenheira revela que hoje a média de revisões é de três vezes para cada projeto. “Queremos também reduzir o número de reanálises, que hoje chega a 83%, ou seja, apenas 17% dos projetos passam já na primeira análise”, compara.

O que é o Projeto Legal?

- É um conjunto de peças gráficas demonstrativas das dimensões externas, implantação, volumetria, áreas e índices urbanísticos da edificação projetada, que deve ser apresentado junto à Prefeitura, para obtenção do alvará de construção.

Por que implantar o Projeto Legal?

- Priorização dos parâmetros mais relevantes (índices urbanísticos) na análise dos projetos, não eximindo o responsável técnico do cumprimento da legislação vigente.
- Busca da transparência, simplificação e padronização dos processos que envolvem a emissão do alvará de construção.
- Parâmetros de análise claros e bem definidos – Substituição da atual “Lista de Pendências” (ofício) por check list padronizado para análise do projeto e para vistoria de conclusão de obra.
- Padronização na apresentação dos projetos.

Resultados esperados

- Maior agilidade no processo de análise do projeto.
- Maior eficiência/eficácia no serviço prestado por parte da Prefeitura Municipal de Joinville.
- Redução do número médio de revisões e consequente redução do retrabalho.
- Redução do tempo médio de emissão do alvará de construção.

Fonte: Prefeitura de Joinville

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Fundação 25 de Julho estuda adotar Indicação Geográfica para produtos coloniais



Técnicos da Fundação 25 de Julho estudam formas para garantir a correta identificação da origem e procedência de alguns produtos coloniais produzidos em Joinville. O objetivo é garantir a procedência, proteger os produtores rurais e consumidores de falsificações e agregar valor na comercialização da produção. Nesta segunda-feira (27/1) o presidente Valério Schiochet acompanha discussões e busca subsídios sobre o tema na Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca, em Florianópolis.

O registro de Indicação Geográfica (IG) é conferido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de distingui-los em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São produtos que apresentam uma qualidade única em função de recursos naturais como solo, vegetação, clima e saber fazer. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é a instituição que concede o registro e emite o certificado.

Em Joinville, segundo o gerente da Fundação 25 de Julho, Ricardo Werner Plotow, o queijo kochkäse (queijo cozido) é um dos produtos que se encaixa com as características para receber a indicação geográfica (que é classificada como de origem ou de procedência). “Temos produtores na região do bairro Nova Brasília que são especialistas neste tipo de produção”, afirma Ricardo.

O reconhecimento de uma localidade como IG estimula os produtores ou prestadores de serviços das regiões reconhecidas, que, ao produzirem determinados produtos ou serviços de qualidade diferenciada, agregam maior valor econômico aos mesmos e, consequentemente, estes produtores passam a investir nestes produtos ou serviços aprimorando sua qualidade e sua técnica e estimulando assim o progresso daquela região.

Para o pequeno produtor local, a proteção de seus produtos pela IG permite que seu produto ganhe características e qualidades que o façam ficar conhecido entre os consumidores e seus produtos procurados, ganhando assim um espaço garantido no mercado. Já os consumidores passam a controlar de forma mais segura a origem dos produtos que irão consumir. Fonte: Prefeitura de Joinville.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Conselho das Associações vai definir grupos de trabalho para 2014

Drenagem e pavimentação são áreas prioritárias no bairro
A primeira assembleia geral do Conselho das Associações do Vila Nova - CAVIN, vai definir os grupos de trabalho para ações no bairro em 2014. Na reunião preliminar realizada entre diretores do Conselho e a secretária da Subprefeitura da Região Oeste, Elenita Ramos de Souza,  foram definidos quatro áreas que necessitam de acompanhamento.

Assim, uma equipe vai trabalhar com as ações do equipamento de lazer Mais Cultura, que teve a primeira parcela de um financiamento de R$ 1,7 milhão liberada em dezembro de 2013. Outro grupo vai acompanhar as obras de finalização do binário do Vila Nova, especialmente nas questões elencadas em reunião realizada na Prefeitura na primeira quinzena de janeiro. Uma equipe vai se dedicar integralmente à aplicação de recursos nas áreas de pavimentação de ruas do bairro. E uma quarta equipe ficará responsável em acompanhar as obras na área da saúde e educação, onde estão previstos um posto de saúde, uma escola de ensino médio e ampliação da escola Bernardo Tank, além da construção de Centros de Educação Infantil. 

Conforme o presidente do Cavin, Adilson Girardi, a proposta do Conselho para o primeiro ano era a de integrar as associações e demais entidades e fortalecer a ideia de cooperação mútua através de um órgão organizador. "Agora vamos começar a delegar tarefas para os diretores do Cavin para que a comunidade possa ficar informada sobre a tramitação dos projetos e obras que o bairro precisa", esclareceu. Girardi lembra que algumas ações não aparecem na lista de acompanhamento, mas que serão áreas acompanhadas diretamente pelas associações de moradores com o apoio do Cavin.

Além da definição dos grupos de trabalho, que devem ser integrados por três pessoas por grupo, a reunião servirá também para a diretoria do Cavin apresentar o planejamento de pavimentação para o bairro Vila Nova. "Estamos elaborando uma proposta para definição de prioridades, em comum acordo com a Subprefeitura do bairro", adiantou o vice-presidente Elpídio Zimmermann. 

A assembleia do Cavin ocorre na primeira quinta-feira do mês de fevereiro, dia 6, às 19h30, no auditório da Igreja Católica Medianeira. A participação é aberta à comunidade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Reiniciam aulas de Tênis de Mesa no Vila Nova

No sábado, dia 18 de janeiro, iniciaram os treinamentos de Tênis de Mesa na Escola Karin Barkemeyer, no bairro Vila Nova. O primeiro encontro contou com a presença do presidente da Associação Joinvilense de Tênis de Mesa, sr. Robson Oliveira e do atleta Guilherme Gomes, medalhista dos últimos Jogos Abertos de Santa Catarina, além dos alunos que já fazem parte do Projeto 5º Set de Tênis de Mesa.

“A expectativa para este ano é aumentar o número de praticantes e proporcionar melhor qualidade de vida através do esporte para os jovens da região”, disse Vanderlei Pereira, coordenador do núcleo no Vila Nova.


Os treinos acontecem todos os sábados no ginásio da Escola Karin Barkemeyer, a partir das 14 horas. Mais informações com o professor Vanderlei pelo telefone (47) 9609-7830.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Prefeito recebe lideranças do bairro para falar sobre o binário

Prefeito atendeu lideranças do bairro Vila Nova
Numa reunião que contou com a presença das principais lideranças comunitárias do Vila Nova, o prefeito Udo Döhler ouviu na manhã desta quinta-feira as principais reivindicações sobre as obras do binário, que será inaugurado dia 9 de março, no aniversário da cidade. 

Além do prefeito, participaram a secretária da Subprefeitura da Região Oeste, Elenita Ramos de Souza, o engenheiro Cesar Franco, da Infrasul, empreiteira que executa a obra, presidente do Conselho das Associações do Vila Nova, Adilson Girardi, presidentes e representantes de associações de moradores.  

No documento entregue para o prefeito e para o engenheiro da Infrasul, o Cavin descreveu em 11 pontos os principais problemas levantados pela comunidade em relação à obra. A principal delas, a elevação da ponte sobre o rio Águas Vermelhas, ficará para depois da inauguração. "É uma obra que depende de projetos e por isso deve levar em média um ano para ser realizada. Não tem sentido fazer a comunidade esperar mais esse tempo para ter o trânsito melhorado com o binário", disse o prefeito.

Outras preocupações abordadas foram o acesso ao binário pela Rodovia do Arroz, a pavimentação de ruas transversais, a drenagem, a abertura de vias de acesso e a repaginação da rua XV de Novembro no trecho que a via será mão única. 

Abaixo, os itens abordados em ofício entregue à Prefeitura e ao Deinfra e as respostas da Prefeitura sobre os assuntos.

1-    Esclarecer como será o acesso para o binário em seu início, na Rodovia do Arroz e considerar a existência de um conjunto de 600 apartamentos localizado praticamente na entrada da via, cujos moradores, somados a outros tantos da região, devem utilizar o acesso durante todo o dia e massivamente nos horários de pico. 
- Prefeitura e Infrasul irão fazer estudo de impacto para verificar necessidade de alteração do trajeto.

2-    Apontar as melhorias que serão realizadas nas ruas transversais que farão a ligação entre a rua XV de Novembro e as ruas São Firmino e Leopoldo Beninca. As vias que precisam de pavimentação, devido ao aumento de fluxo que vai ocorrer, são: Hermínia Penski, Maria Santa Correa, Carlos Vitor Hardt, Francisco Moser, Marcos João Serafim e Olívio Menestrina.
- Prefeito pediu à Subprefeitura e ao Cavin a listagem das ruas prioritárias para pavimentação no bairro.

3-    Intensificar a sinalização no cruzamento da rua São Firmino com a rua Márcio Luckow, onde está localizada a Escola Karin Barkemeyer e fechar a rua Renato Scheunemann, no trecho nos fundos da escola, para que seja feita a saída de alunos pelos fundos do binário (já existe pedido neste sentido na Secretaria de Administração e no Ippuj).
- Prefeitura concordou em fechar a rua nos fundos da escola. Sinalização será reforçada.

4-    Elevar a altura da ponte sobre o rio Águas Vermelhas, conforme já definido em reunião entre Deinfra e Prefeitura, ANTES de inaugurar a obra.
- Será executada a obra até o início de 2015. Binário será inaugurado em 9 de março. Como paliativo, serão colocados tubos de 1,5 metro nas duas cabeceiras, aumentando a capacidade de vazão das águas.

5-    Fazer a ligação de pelos menos duas ruas com o binário, no trecho compreendido entre a rua Bento Torquato da Rocha e a saída do binário na rua XV (trecho de aprox. 1 km sem acessos).
- Prefeito concordou e solicitou à assessoria para providenciar a desapropriação necessária para executar as ligações.

6-    Melhorar o sistema de drenagem no trecho da rua XV de Novembro entre o viaduto da BR 101 e o acesso ao binário na rua Leopoldo Beninca (nas chuvas deste ano vários trechos, onde nunca parou água, ficaram alagados).
- Engenheiro da Infrasul disse que a drenagem ainda não está ligada, por isso os alagamentos. Obras de drenagem serão concluídas nos próximos dias.

7-    Remanejar os postes de energia elétrica que estão no meio do caminho da via (um deles está praticamente no meio da rua, em frente à Eletrosul).
- Celesc já está executando as obras.

8-    Implantar ciclovias na rua XV de Novembro e na rua Leopoldo Beninca e São Firmino.
- De acordo com Infrasul, haverá ciclovia na rua XV a partir da curva da Eletrosul. Deste ponto até o viaduto haverá espaço compartilhado. Nas ruas São Firmino e Leopoldo Beninca haverá ciclovia em toda extensão.

9-    Reforçar a sinalização na Rodovia do Arroz para que os veículos que queiram ir para a BR 101 sigam pela rodovia e não entrem no bairro.
- Será executada antes de inaugurar a obra.

10-  Denominar toda a extensão do binário como rua Leopoldo Beninca.
- Prefeitura vai analisar, mas é assunto simples de resolver segundo o prefeito.

11- Informar quando a Prefeitura vai repaginar (calçadas, faixas, sinalização, arborização) a rua XV de Novembro, no trecho que terá sentido único centro-bairro. 
- Prefeitura vai executar, mas não há prazo definido.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Falta de sinalização traz perigo na rua XV de Novembro

Os motoristas que trafegam no trecho da rua 15 de Novembro na entrada do bairro Vila Nova estão convivendo com uma situação de perigo no trânsito. As obras de pavimentação e alargamento da via já terminaram mas o local está sem sinalização adequada, o que confunde os motoristas e torna o trecho uma armadilha para os condutores. Num ponto onde as pistas se dividem, em frente à subestação da Celesc, é fácil errar o caminho, pois os motoristas no sentido bairro-Centro ficam na incerteza se devem seguir reto ou ir pelo novo traçado. Não há bloqueio ou sinalização para orientar, apenas alguns cones, mas caídos.
Quem segue no sentido Centro-bairro também precisa redobrar o cuidado, já que é um trecho de curva. À noite, a dificuldade é para todos. A duplicação da pista no trecho faz parte do projeto de implantação do binário do Vila Nova. Enquanto o novo sistema viário não entra em operação, a preocupação é pela ocorrência de acidentes. Na última sexta (17), por volta das 20h, houve uma colisão entre três veículos exatamente no ponto de conflito. Dois dos carros bateram de frente, após um deles, que seguia em direção ao Vila Nova, tentar fazer uma ultrapassagem. Não houve feridos graves, mas a ocorrência serviu de alerta.
Andressa Cristine Ramos, 33 anos, empresária, viu o acidente e destaca que a falta de sinalização foi fator fundamental. “As pessoas ficam achando que já é duas pistas mas, sem sinalização, fica esse problema”, observou. Embora com as marcações de pontos, ainda não há pintura no asfalto delimitando as pistas. No trecho do novo traçado, além da falta de placas, os postes que ainda estão sobre a pista aumentam o perigo. Se alguém tomar o caminho errado vai ser surpreendido com a estrutura no meio do asfalto. “É um grande perigo. As pessoas ficam confusas, não sabem o que fazer e entram na pista errada”, completou Andressa.
Sinalização para esta semana
A empresa que trabalha na execução das obras para implantação do binário é a responsável sinalização do trecho. De acordo com Ademir Machado, superintendente regional do Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura), o governo já fez a solicitação para que empreiteira resolva o problema. A previsão é que o trabalho de sinalização seja feito nesta semana. Já a retirada dos postes é de responsabilidade da Celesc, que também recebeu pedido do Estado para executar o serviço.

O binário do Vila Nova vai funcionar com a 15 de Novembro em paralelo com as ruas São Firmino e Leopoldo Beninca, que foram interligadas. Além da sinalização viária, a cargo da empreiteira, duas pontes precisam ser finalizadas. A data de inauguração está marcada para o dia Nove de Março, no aniversário de Joinville, mas um entrave com a ponte sobre o rio Águas Vermelhas pode comprometer o prazo. A estrutura precisa ser levantada em um metro para evitar o represamento do rio, que já costuma alagar ruas e casas na região. “Estamos com esse problema, mas estamos trabalhando para resolver”, disse Machado.
Fonte: Jornal Notícias do Dia (reportagem de João Batista)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Palestra sobre controle do borrachudo nesta terça-feira

Técnicos da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), Fundação Municipal de Desenvolvimento Rural (25 de Julho), e lideranças da Comunidade terão um encontro com um especialista no controle do borrachudo, nesta terça-feira (21/2), na Fundação 25 de Julho, das 9 às 11 horas. 

Quem irá compartilhar informações é o doutor em Ciências Biológicas, na área de Entomologia, Honório Francisco Prando, que é engenheiro agrônomo e também mestre em Agronomia. Prando é o responsável técnico da Prestadora de Serviços Augustus, empresa responsável pelo combate sistemático ao inseto, no município, com aplicação do biolarvicida Bti (Bacillus thuringiensis israelensis). 

Com vasta experiência sobre o cálculo de vazão de cursos de água, das doses do agente biológico e da eficácia dos larvicidas, ele vai falar sobre a metodologia de aplicação de Bti em córregos e rios. O objetivo é divulgar as informações a respeito do borrachudo é também ter a parceria da comunidade da zona rural, que pode contribuir no controle, a partir de iniciativas que combatam um criadouro, por exemplo. Um material de apoio com orientações será impresso e distribuído à comunidade. 

Iniciativas que contribuem no controle 

- Proteger as margens dos rios. Elas abrigam pássaros e insetos que se alimentam de borrachudos. 
- Não jogar esterco ou dejetos humanos nos córregos e rios. 
- Construir esterqueiras ou utilizar fossa. 
- Manter limpo o leito dos rios, retirando galhos da água. 
- Não pescar fora de época, nem usar redes e tarrafas. Os pequenos peixes são devoradores das larvas do borrachudo. 
- Libélulas, aranhas, rãs, sapos e lagartixas também comem as larvas. 

Sobre o borrachudo 

O borrachudo, como é popularmente chamado, é um pequeno mosquito de cor escura que vive em todos os lugares, especialmente na beira de rios e matas próximas das casas. Sua picada é dolorida e produz pequeno hematoma que produz intensa coceira. Seu meio de reprodução são as águas correntes oxigenadas.

Quem pica o homem são as fêmeas do inseto, que necessitam do sangue humano para maturar seus órgãos reprodutivos. O ciclo de reprodução, desde a cópula até a postura dos óvulos, nascimento das larvas, pupas e dos insetos, é de 30 dias. Até o final dos anos 90, quando a Prefeitura adotou um esquema terceirizado de combate, o borrachudo representou um preocupante problema social no meio rural de Joinville. Desde então, com a aplicação sistemática de larvicida e política de proteção ambiental, o mosquito está sob controle. 

No verão, contudo, a população dos borrachudos tende a aumentar em razão das chuvas intensas, maior afluxo de pessoas na área rural e despejo de matéria orgânica nos rios, como esterco e dejetos humanos. Teoricamente, as 17 mil pessoas que moram na zona rural de Joinville são alvo dos borrachudos. O controle sistemático, feito durante todo o ano, consiste na aplicação quinzenal do larvicida em 6 mil pontos.

Fonte: Prefeitura de Joinville

domingo, 19 de janeiro de 2014

Jovem morre afogado no Piraí neste domingo

Um jovem de 25 anos morreu afogado nas águas do rio Piraí no final da tarde deste domingo, na Estrada Blumenau, zona rural do Vila Nova. De acordo com testemunhas um grupo de mais ou menos cinco rapazes pescavam e tomavam banho num ponto do rio, quando um deles, Jocemar de Oliveira Vieira, teria caído num buraco e se afogado. Ele não sabia nadar. O Corpo de Bombeiros foi acionado e resgatou o corpo já sem vida. Durante todo o fim de semana a movimentação nos rios da região foi intensa. O forte calor de sábado e domingo fez com que centenas de turistas optassem pelos rios ao invés das praias, também lotadas e com congestionamentos nas rodovias, principalmente na 280, que dá acesso às praias de Barra do Sul e São Francisco do Sul.

Borrachudo volta a incomodar no meio rural

A combinação de fatores como calor, chuva, desmatamento das margens e despejo de matéria orgânica nos rios está provocando maior incidência do borrachudo na zona rural de Joinville neste verão. A reação da Prefeitura, em ação conjunta da Fundema (órgão ambiental) e Fundação 25 de Julho (desenvolvimento rural), é a montagem de um grupo de trabalho para intensificar o monitoramento dos pontos mais afetados.

Estão envolvidos nesse trabalho técnicos da Prefeitura e da Prestadora de Serviços Augustus, empresa responsável pelo combate sistemático ao inseto com aplicação do biolarvicida biológico BTI (Bacillus Thuringlensis Israelensis).
O simulídeo, denominado popularmente de borrachudo, é um pequeno mosquito de cor escura que vive em todos os lugares, especialmente na beira de rios e matas próximas das casas. Sua picada é dolorida e produz pequeno hematoma que produz intensa coceira. Seu meio de reprodução são as águas correntes oxigenadas.
Quem pica o homem são as fêmeas do inseto, que necessitam do sangue humano para maturar seus órgãos reprodutivos. O ciclo de reprodução, desde a cópula até a postura dos óvulos, nascimento das larvas, pupas e dos insetos, é de 30 dias.
Até o final dos anos 90, quando a Prefeitura adotou um esquema terceirizado de combate, o borrachudo representou um preocupante problema social no meio rural de Joinville. Desde então, a aplicação sistemática de larvicida e política de proteção ambiental, o mosquito está sob controle.
No verão, contudo, segundo explica o presidente da Fundação 25 de Julho, Valério Schiochet, a população dos borrachudos tende a aumentar em razão das chuvas intensas, maior afluxo de pessoas na área rural e despejo de matéria orgânica nos rios, como esterco e dejetos humanos. “Em função dessa realidade, a partir desta semana estamos intensificando o monitoramento em ação conjunta com a Fundema e a empresa que aplica o larvicida”.
Teoricamente, as 17 mil pessoas que moram na zona rural de Joinville são alvo dos borrachudos. O controle sistemático, feito durante todo o ano, consiste na aplicação quinzenal do larvicida em 6 mil pontos. A diretora executiva da Fundema, Raquel Migliorini, explica que a aplicação do larvicida obedece a critério técnico que leva em conta a vasão dos rios. “O que provoca a maior proliferação são a retirada da mata nas margens dos rios, que cria áreas de remanso, onde as larvas se multiplicam. Há também a presença de mais matéria orgânica que alimenta o inseto”, explica.
A diretoria da Fundema informa também que aralelamente à aplicação do biolarvicida, a fundação está contratando os serviços da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem um núcleo de pesquisa exclusivo para simulídeos. “Nossa intenção é conseguirmos o diagnóstico para um efetivo controle biológico, melhoria da qualidade ambiental e a dispensa do uso do biolarvicida”, explicou.
Como controlar
- Proteger as margens dos rios. Elas abrigam pássaros e insetos que se alimentam de borrachudos.
- Não jogar esterco ou dejetos humanos nos córregos e rios.
- Construir esterqueiras ou utilizar fossa.
- Manter limpo o leito dos rios, retirando galhos da água.
- Não pescar fora de época nem usar redes e tarrafas. Os pequenos peixes são devoradores das larvas do borrachudo.

- Libélulas, aranhas, rãs, sapos e lagartixas também comem as larvas.

Fonte: Prefeitura de Joinville

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Prefeitura vai distribuir novos uniformes escolares

Apesar da adoção de novos modelos, peças do antigo uniforme ainda poderão ser utilizadas

No retorno às aulas, no dia 10 de fevereiro, vai começar a distribuição dos novos uniformes escolares aos 60 mil alunos de escolas e Centros de Educação Infantil da rede municipal.

O objetivo da mudança nas peças e materiais foi de proporcionar mais conforto aos alunos, com tecidos e modelos mais adequados ao clima da cidade. As cores escolhidas, azul, azul marinho e cinza, tomaram como referência os tons presentes na bandeira de Joinville.

O novo kit do uniforme escolar permite uma variedade maior de combinações, para as diferentes estações, tendo como novidades: camiseta gola polo (masculina e feminina) manga curta, camiseta gola polo (masculina e feminina) manga longa, bermuda tactel masculina, calça comprida suplex feminina, calça comprida tactel masculina, jaqueta de tactel com capuz, short saia (para crianças da educação infantil ao 5º ano) e bermuda suplex feminina (para alunos do sexto ao 9º ano).

Também faz parte do kit uma peça que já era utilizada, a camiseta regata. A Secretaria de Educação destaca que as peças do uniforme antigo não serão descartadas e podem continuar sendo usadas pelos alunos.

Lojistas que ainda possuem peças do estoque do ano passado também poderão vender os uniformes, pois eles ainda serão aceitos na rede municipal.

Fonte: Prefeitura de Joinville

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Usina do Piraí receberá turistas do Projeto Viva Ciranda


Alunos das redes pública e particular de ensino terão mais um local de rara beleza e muita história para visitar na área rural de Joinville: a usina hidrelétrica do Piraí. 

Fundada em 1908, a hidrelétrica foi a primeira construída em Santa Catarina e é uma das únicas do Estado a gerar energia sem sofrer interrupções. 

A usina está localizada no final da Estrada do Salto 1, aos pés da cachoeira do Piraí. Além da beleza exuberante da região, o visitante poderá conhecer o sistema de funcionamento da hidrelétrica e a integração existente entre o meio ambiente e a tecnologia. 

A abertura da usina hidrelétrica do Piraí para visitação de crianças foi acordada entre o presidente da Fundação Turística de Joinville, Sérgio Ferreira, e a Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A.), representada pelo seu presidente, Cleverson Siewert e pelo diretor de geração e transmissão, Ênio Andrade Branco. 

“A parceria visa oferecer mais uma opção ao turismo rural pedagógico de Joinville, proporcionando aos estudantes a experiência de explorar a exuberância da natureza; saber como funciona o sistema de captação de água para geração de energia; e, ainda, conhecer mais sobre a história do nosso Estado”, afirma Sérgio Ferreira. 

Inicialmente, a visitação à usina hidrelétrica do Piraí acontecerá duas vezes ao mês, mediante agendamento antecipado. As visitas serão monitoradas por guias turísticos da região, devidamente capacitados. 
De acordo com Sérgio Ferreira, a repercussão do turismo rural pedagógico na usina do Piraí pode motivar a Celesc a replicar a iniciativa em outros locais da região.

“O crescimento do turismo rural acontece em todo o Estado de Santa Catarina. A nossa iniciativa de tornar a usina do Piraí um atrativo despertou na Celesc o interesse de abrir outros locais, como a Usina Bracinho, onde podem-se implementar excelentes roteiros de turismo de aventura e o cicloturismo”, conclui Sérgio Ferreira.

Fonte: Prefeitura de Joinville