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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Obra da nova adutora chega ao Piraí

Máquinas e caminhões estão modificando a natureza calma da entrada da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Piraí. Toda essa movimentação tem um bom motivo. A obra de implantação da nova adutora Piraí está ultrapassando os muros da ETA e logo fará a interligação com a saída de água da estrutura da estação. Com a conclusão da obra, 14,4 quilômetros de tubulação abastecerão os reservatórios do Vila Nova (R5), da Rua Tupy (R10) e do Profipo (R11), melhorando o sistema de distribuição de água da região Oeste e Sul da cidade. A implantação da nova adutora está orçada em mais de R$ 17 milhões, valor que faz parte dos R$ 220 milhões que a Companhia e a Prefeitura estão investindo em obras de água e esgoto na cidade. O trajeto do duto de ferro fundido será pela Estrada dos Morros, Estrada Comprida e pelo futuro binário do Vila Nova até chegar à BR-101. Porém, até a conclusão do binário, a adutora fará um trajeto provisório. A nova adutora trará outro benefício, além do aumento da quantidade de água distribuída. Atualmente, as adutoras existentes precisam de uma estação de bombeamento para que a água chegue ao destino. Com o novo duto, o mecanismo formado por um conjunto de motobombas, que consome cerca de R$ 140 mil por mês, será desativado, uma vez que a nova adutora necessitará apenas da gravidade para levar a água do Piraí até os reservatórios, gerando uma grande economia na conta de energia elétrica. Fonte: Prefeitura de Joinville

Um comentário:

Zabot disse...

ÁGUA, NOSSA ÁGUA; E NOSSA LUZ!

A grande Vila Nova, como dizia o saudoso líder comunitário Arinor Vogelsanger, tem dado mostras sobejas, e contribuições decisivas para a pujança de Joinville. Ainda em 1916, a adutora do rio Motucas passa a abastecer Joinvile com água potável. Antes, havia apenas a captação do Morro do boa Vista(1910). Em seguida, 1955, vem a do Piraí, reforçada no momento. Só bem mais TARDE, 1979, entra em operação a do Cubatão. Se acrescentarmos a hidrelétrica do Piraí(1908) que propicia à cidade a chegada da luz, antes atendida à base de lampião de gás,e que reforçada com o construção da represa(1925), passa também a atender Sâo Francisco do Sul, fica evidente o papel da região no desenvolvimento de Joinville.
Nunca é demais, todavia, evocar a ousadia do Prefeito Rolf Colin(década de 1950) que, ao desapropriar as cabeceiras do Piraí, permitiria que Joinville desfrutasse de uma das melhores águas do mundo.Verdadeira água mineral proveniente da mata Atlântica.
Com a inauguração da nova adutora, resta, no entanto, uma dívida com a comunidade agrícola. De alguma forma, e ainda é tempo, deve ser remunerada por ter contribuido para a preservação dos mananciais. Impedidos de continuar a expandir as lavouras, hoje são guardiões dos mananciais. Nada mais justo, portanto, do que receber por isso.