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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Deinfra começa obras de troca de tubos na Rodovia do Arroz

O trânsito vai ficar em meia pista no km 16 da Rodovia do Arroz (SC-413), em Joinville, a partir desta segunda-feira. No trecho, pouco antes da indústria de arroz Vila Nova, serão trocados os tubos de uma galeria, informa o Departamento de Infraestrutura do Estado (Deinfra). A obra deve reduzir os alagamentos na região.
Segundo o superintendente regional do órgão, Eduardo Regua, a intervenção é necessária para melhorar o escoamento da água da chuva. O engenheiro diz que o problema foi agravado depois da construção de um conjunto residencial perto de plantações de arroz.
O empreendimento e a Prefeitura tomaram algumas medidas para amenizar a situação. Mas como o excesso de chuva vai para um rio através de uma galeria estreita, é preciso mudar os tubos. Ligações para o celular do engenheiro responsável pelas obras no condomínio não foram atendidas.
Em janeiro, uma cheia na região provocou a manifestação de moradores atingidos por um alagamento. Eles fecharam a rodovia com pedaços de móveis destruídos pelas águas para pedir obras.
A galeria será feita com tubos de 1,5 metro de diâmetro e terá 40 metros. O material já está no local desde a tarde de sexta-feira. Para evitar a interdição total do trânsito, a obra será feita por etapas (meia pista de cada vez).
O trecho será sinalizado e monitorado pela Polícia Militar Rodoviária (PMRv). A obra vai custar R$ 110 mil e o término está previsto para dezembro se o mau tempo não exigir a paralisação dos trabalhos. Fonte: Jornal A Notícia

Um comentário:

Zabot disse...

Rodovia do Arroz... Enchentes e avalanches(deslizamentos.

Mérito ao DEINFRA por atender os apelos da população.
Realmente a rodovia do arroz, por cruzar áreas de várzeas, demanda galerias, bueiros, pontes e outras obras de arte que levem em conta especificidades locais.
Cabe, no entanto, um alerta: séries históricas de precipitações(chuvas intensas) apontam que a região está sujeita a riscos de inundações nas áreas baixadas e avalanches nas encostas.
Em síntese: não pode ser ocupada aleatoriamente, como vem ocorrendo. Fazê-lo é expor-se, e aprovar tais ocupações revela vulnerabilidades do setor público.
Que últimas intempéries não sejam esquecidas. Segundo a experiência humana, a próxima sempre será maior e pior. Portanto, cabe ao CODEVIN, como orgão encarregado de promover o desenvolvimento regional, traçar diretrizes, estabelecer estratégias e acompanhar sua execução.
Mãos à obra, portanto.

Onévio Antonio Zabot